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E agora... O conto de Lisandra A. Sampaio :

Era domingo e dia de festa. Aniversário de uma amiguinho de escola, com o qual não tinha afinidade, mas fui a sua festinha. Eu era ainda muito criança, mas sua casa ficava no mesmo quarteirão que o meu e por isso minha mão me autorizou ir sozinha à festa. Vesti meu melhor vestidinho, de presente na mão fui para a festa. Chegando lá, poucos conhecidos e isso me deixou um pouco deslocada na festa. O pai de meu amiguinho percebeu e algumas vezes veio conversar comigo tentando me deixar mais à vontade. Suas iniciativas foram positivas, pois me deixavam mais entrosada, me passando segurança. Tinha um adulto preocupado comigo. Brinquei algumas vezes, mas quando já estava para voltar para casa, ele voltou a se sentar ao meu lado para conversar de novo. Seu jeito me lembrou um tio que gostava muito. Ficamos mais amigos ainda, quando o assunto entrou no tema escola. Lhe confessei que tinha alguma dificuldade em português e que algumas vezes temia em não passar de ano. Ele me disse que tinha um segredo para resolver isso e que se eu quisesse poderia me ajudar. Respondi que gostaria muito. Ele disse que era muito bom em português e que se eu quisesse poderia falar com meus pais para me ensinar. Gostei da idéia e combinamos que assim seria feita. Eu levava a escola a sério e longe de mim repetir de ano ou ficar em recuperação em alguma matéria. Quando comecei a me despedir, ele me perguntou se eu queria aprender um pouquinho do segredo. Eu disse que sim. Como estávamos na festa que acontecia no salão do prédio, ele me disse para que eu subisse em sua casa. Me mandou ir na frente , pegar o elevador e subir no oitavo andar. Fiz isso. Ele recomendou que eu o esperasse, porque ele já viria atrás. Mal sabia eu o que me esperava. Botei toda fé naquilo e longe de mim pensar que os segredos eram outros. Subi e não demorou o pai do meu amigo sobe. Pra minha surpresa ele abre o apartamento e não havia ninguém lá dentro só nós dois. Entramos, fechou a porta, me levou até seu quarto, pegou um papel e lápis se sentou e me mandou sentar em seu colo. Quando sentei logo senti seu pau duro. Naquele momento não sabia o que era, mas tarde entendi. Ele me apertava muito enquanto me mandava escrever qualquer frase. Enquanto escrevia ele apertava minha bundinha em seu pau. Começou a gemer e me chamar de queridinho do tio. Esfregava sua mão em minha bucetinha. Para ele estava fácil. Eu vestia um vestidinho curto. O que facilitava a colocação de seu pau em minha bunda e da sua mão em minha bucentinha. Algum tempo passou assim, até que ele levanta o elástico da minha calcinha e enfia o dedo na porta do meu grelinho. Lembro que comecei a gostar daquilo. Fazia cócegas, me dava uma sensação agradável e começou a amolecer meu corpo. Em algum momento ele parou e me disse que ele só poderia continuar com o nosso segredo se eu prometesse que não contaria a ninguém, e que aos meus pais apenas diria que ele era professor e me ajudaria a passar de ano ensinando português. Como estava gostando daquilo entendi que no final, algum segredo me revelaria algo que ainda não sabia sobre a minha dificuldade com a matéria. Mas também não era assim tão bobinha e sabia que algo mais estranho estava acontecendo. Quando dei por mim, eu estava novamente de pé, de costas para ele que continuava sentado e começou a me baixar a calcinha. Senti ele descer até o joelho, E com isso muito envergonhada. Me deu medo. Ele percebeu. Me pôs em seu colo novamente e disse que nada de mal aconteceria e que estava tudo bem. Falou isso em meu ouvido, o que me deu mais cócegas e arrepios. Enquanto falava senti que seu pau também não estava mais entre suas calças. Colou em minha bundinha e voltou a se mexer em baixo de mim. Me segurou com a duas mãos, uma pela ombro e outra na cintura e em algum tempo gemia na minha orelha. Quando os gemidos ficarm mais fortes, percebi que eu já estava sentada em algo gosmento. Eu queria olhar, mas ele não deixou. Me pegou no colo, me levou até o banheiro, me limpou e me leva de volta ao seu quarto. Me fez sentar em sua cama com a pernas abertas e começou a me lamber na rachinha. Primeiro fez isso por muito tempo do lado de fora. Depois começou a enfiar a língua dentro de mim. Aquilo me deixou tonta, comecei a sentir uma sensação muito maior e estranha do que quando me lavava mais longamente com o chuveirinho em casa. Aquilo era muito gostoso. Ele me deitou em sua cama passava a mão todo por meu corpo até que dava a sensação de algo maior ainda. Lembro que suava frio e tinha espasmos. Ele foi diminuindo os movimentos da língua, se levantou e me perguntou se gostei. Balançando a cabeça disse que sim. Me vestiu e mais uma vez reforçou o nosso combinado. Para eu voltar depois de falar com minha mão sobre aula particular. Saí dali achando tudo muito estranho. Sabia exatamente o que tinha acontecido e também que maus pais nem de longe podiam saber o que houve, mas também tinha certeza que não gostaria mais de passar por aquilo. Fui embora e passei a semana pensando no que houve. Na escola, meu amiguinho em nada mudou comigo. Aquilo me dava garantias que ele também não sabia de nada. Era o meu combinado com o pai dele. Passadas umas semanas, comecei a me apalpar para sentir aquelas sensações gostosos que tinha sentido com aquele homem, mas não era a mesma coisa. Mais um tempinho e coincidentemente tive prova de português e fui mal. Lembrei da história do pai do meu amiguinho, mas longe de mim em falar com meus pais sobre aula particular com ele. Mais um tempo inicio novas tentativas com as minhas caricias e novas decepções. Era bom , mas não igual. Comecei a imaginar a língua dele me lambendo onde conseguia ir mais longe com minhas brincadeiras. Uma vez tive as mesmas sensações, mas não era a mesma coisa. Até que um dia de um jeito que não lembro como, digo para a minha mãe a possibilidade de aulas particulares. Ela gostou da idéia, dizendo que era muito bom a iniciativa partir de mim. Com tanto elogio aproveitei e não sei porque, eu mesma continuei a conversa dizendo que lembrava que uma vez um pai de um coleguinha meu tinha me falado em aula particular. Contei para ela a história do aniversário, que era nosso vizinho e acabamos combinando que eu falaria com meu coleguinha e trataríamos do assunto no dia seguinte. Não tive coragem de falr com ele no dia seguinte, mas também não tive coragem de ir até sua casa para falar com seu pai. Minha mão me cobrou e como já tinha falado, no terceiro dia tive que fazer algo. Fui até a casa dele, no comecinho da noite. Chegando lá sua esposa atende. Ele estava sentado na sala assistindo televisão. Ví que ficou atrapalhado com a conversa, mas eu disse tudo que devia. Combinamos que minha mãe conversaria com ele no dia seguinte. Assim foi. Tudo combinado, eu frequentaria a aula particular três vezes por semana. Nos primeiros dias nada aconteceu. Penas aula mesmo. Tinha gente em casa. Inclusive, em duas oportunidades seu filho também participava da aula. Nada nem um pouco parecido como no dia do aniversário. Mas passadas umas semanas, um certo dia aconteceu de ele mudar o horário da aula e logo na quele dia só nós dois estávamos em sua casa. Quando percebi isso, sabia que algo aconteceria e a minha primeira sensação foi um enorme frio na barriga. Chegando fui logo tomando o caminho da cozinha onde nossas aulas sempre aconteciam. Com a mão no meu ombro, ele me desvia para seu quarto. Mais um grande frio na barriga. No caminho ele me diz que aquele dia estava reservado apenas para brincadeiras. Que não teríamos aulas. Se sentou na cama e me puxa pelo braço me fazendo sentar em seu colo. Disse que estava com muitas saudades de mim e que agora estávamos sozinhos em casa e que tínhamos muito tempo. Diz isso no pé do meu ouvido e me fazendo relaxar em seu colo. Sinto que tira seu pau pra fora da calça e me faz pega-lo. Me ensino como devo fazer. Segurando firme, me fez masturba-lo. Da mesma forma, começa a me dedilhar na xaninha. As sensação eram as que eu andava buscando sem sucesso. Fui me entregando para mais uma brincadeira. Com estava de shortinho e com as suas mãos passeavam pelas minhas pernas e xana. Estava muito gostoso e me entreguei sem nenhuma resistência desta vez. Quando dei por mim estava completamente nua em sua frente. Ele viu que eu me deliciava com aquilo e de repente me pergunta quando fazia aniversário. Achai estranho, disse a data e ele me diz que me daria um presenta antecipado de aniversário. Me ajeitou na cama, abriu bem minha pernas e como da primeira vez começou a me chupar e me lamber. Logo fui ao céu. Vi estrelinhas e novamente acho que gozei na boca dele. De mim saía um líquido que ainda não tinha visto, a não ser a primeira vez que ele tinha feito aquilo comigo. Me fez sentar na cama e começamos a conversar. Mal sabia que estava me preparando para me comer. A conversa foi me envolvendo até que quando ví estava com seu pau duro forçando a entrada da minha grutinha. Doía, mas ele me garantia que não passaria além da entrada. E assim foi até que goza. Tirou da portinha para gozar na minha barriga e no meu peitinho e um pouco no meu rosto. Era um leitinho como ele dizia. Esfregou na sua mão e me fazia lamber seus dedos. Até que foi ao banheiro pega papel para me limpar do resto que ficou. Minhas aulas duraram o ano todo. E nunca ele passou da minha portinha. Ele dizia que era perigoso e que não devia. Me fazia prometer que eu não faria nada com ninguém até que fosse maior. No final do ano, quando recebi meu boletim e ganhei nota máxima em português e a confirmação de passar de série, me reservou outro presente. Na nossa última aula me comeu o cuzinho. Confesso que não gostei. Preferi as brincadeiras anteriores. Ano seguinte precisei voltar as minhas aulas de reforço na casa de meu coleguinha. Como o meu cuzinho foi sendo comido aos poucos, lá pela metade do ano já estava acostumada e gostando. Foram seis meses assim. Das nossas aulas, o que mais eu gostava era da sua língua e de masturba-lo. Me dava uma sensação de estar no controle da situação. Gostava de ver aquele homem gemendo para mim, de ve-lo gozando em minhas mãos e rosto. Os meus primeiros ensinamentos me tornaram uma mulher sedenta por sexo. Hoje, em casa, como meu marido todos os dias. Não quero nem saber se está cansado ou não quero sexo. Pode ser uma punheta, uma brincadeira de língua, mas todos os dias preciso de sexo. Ele sabe que que se negar, procuro em outro lugar. Nunca precisei.



#6103 Comentários - 21-11-2011 - 01:02 PM por Lisandra A. Sampaio - Incesto - Confirmo, É EXCITANTE (51) - Nota negativa! (5)
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como eu queria ser seu macho sexo todos os dias eu adoro #1 - 14-07-2013 - 03:55 AM por vida loka - reportar abuso
MUITO EXCITANTE ...#2 - 17-12-2011 - 01:05 PM por gigi m. - reportar abuso
voce nao falou sua idade#3 - 13-12-2011 - 08:06 AM por jorge - reportar abuso
se for pra procurar outro! Me procura sou tardo por mulher como vc e ainda mais casada. Tenho apenas 1* anos. Se quiser entrar em contato:pawerr8@gmail.com meu email. Ate mais#4 - 09-12-2011 - 01:38 AM por adrianoSC - reportar abuso
confesso muito exitante gozei enquanto lia o conto que delicia vc é ou É #5 - 24-11-2011 - 01:15 AM por francisco silva - reportar abuso
deu a bucetinha para o cara Ou deu somente o cusinho : menininha facil foi logo abrindo as perninhas Ah menina se fôsse comigo seu cabaçinho ja éra !você iria gritar na minha vara ,eu iria te apertar com tanta força e iria te sufocar com o meu beijo. ( gostosinha tesuda)#6 - 22-11-2011 - 02:55 AM por Tilikinho - reportar abuso

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